Matérias Sobre Vegetarianismo #1

A idéia deste post e dos próximos neste estilo é reunir publicações da mídia comum relacionadas com o vegetarianismo e veganismo.

Hoje venho compartilhar apenas duas, mas espero que nas próximas edições desta seção eu tenha muito mais material para compartilhar. 🙂

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Schwarzenegger tem uma nova missão — exterminar consumo de carne

Exame

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Vendas de produtos veganos aumentam 1500% no Reino Unido

Catraca Livre

Batom Sugar Plum Fairy – Wet’n’Wild

Hoje vou mostrar um dos meus batons preferidos! O Sugar Plum Fariy é um batom da Wet’n’Wild roxinho lindo.

Pelo estado destruído da embalagem já da pra ter uma noção do quanto eu uso ele. 😛dsc_0999

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Ele é matte e é sequinho na medida certa. A cor é esse roxinho com fundo rosado.

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Comprei no Delivery Veg por R$ 32,00.

Campanha Procura-se

Procura-se é uma campanha feita pelo Movimento NÃO MATE. Já faz um bom tempo que foi lançada, mas é muito boa e vale sempre ser reforçada.

São cinco cartazes com fotos de animais que são mortos pela industria da carne. Os cartazes tem o título “Procura-se”, a descrição do animal e onde teriam sido vistos pela última vez.

As imagens são em preto e branco e funcionam bem em folhas simples A4 então se tornam uma ótima opção de ativismo. Basta imprimir e colar em murais, paredes ou postes.

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Os cartazes podem ser baixados em PDF aqui.

Food Choices

food-choices_80142016Food Choices é um documentário que retrata a jornada de Michal Siewierski em busca de entender quais são as melhores escolhas alimentares para ele e sua família em busca de um estilo de vida saudável e sustentável.

Com a participação de vários médicos e especialistas, o documentário mostra como é a alimentação atual da maior parte da população e suas consequências. Mostra também o quão positiva é uma alimentação mais natural com frutas, verduras, legumes, grãos, cereais e sementes.

O documentário está disponível no Netflix. É uma ótima pedida para aprender um pouco mais sobre o assunto e também mostrar para aqueles seus familiares que ainda tem dúvidas dos benefícios de uma alimentação vegetariana estrita. 😉

Ocultos

A campanha Ocultos é provavelmente uma das minhas preferidas. Ela aborda a causa animal através da inversão de papéis, instigando a empatia. Foi através de um movimento com uma abordagem similar que eu parei de consumir carnes, portanto acredito muito na efetividade de campanhas neste estilo.

Na campanha elaborada pelo fotógrafo Hugo Fagundes Silva, pessoas nuas representando animais foram fotografadas em um matadouro desativado. Com frases de reflexão como “Não existe abate humanitário quando o próximo a morrer é você”, as imagens possuem impacto e buscam chamar a atenção para o sofrimento animal e a importância de qualquer vida, seja ela humana ou não.

Segue algumas imagens da campanha. Versões em inglês e outras informações vocês podem conferir aqui.

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Esther the Wonder Pig

Adoro acompanhar sites, canais, blogs e redes sociais que compartilham a vida de animais. Hoje vou mostrar por aqui uma das páginas que eu adoro acompanhar: Esther the Wonder Pig.

A história da Esther começou em 2012, quando um amigo de Steve entrou em contato com ele dizendo que tinha um mini porco que precisava de um lar. Como sempre gostou muito de animais Steve aceitou dar um lar para o porquinho na sua casa.

Para a surpresa de todos Esther não era um mini porco e cresceu bastante até se transformar em um porco de mais de 270 quilos!

Esther conquistou Steve e seu parceiro Derek desde o início e os fez em poucas semanas repensar seus hábitos e se tornarem veganos. Convivendo com um ser tão inteligente e especial como a Esther eles viram o quão absurdo era que outros seres tão incríveis quanto elas fossem mortos e explorados para virarem produtos.

Esther é um membro da família e convive com o casal, com cães, gatos e outros animais.

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Esther é um sucesso na internet! A sua página Esther the Wonder Pig tem mais de 800 mil curtidas e diariamente são postadas por lá fotos da rotina dela junto com mensagens divertidas e inspiradoras de afeto e compaixão.

Adoro acompanhar as postagens por lá! Páginas assim ajudam para que as pessoas entendam o quão importante cada vida é, só cabe a nós enxergarmos isto.

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Já conheciam a Esther? 🙂

Exploração Animal: Abelhas

Em um primeiro momento pode parecer que o consumo de mel e outros produtos produzidos pelas abelhas não teria problema nenhum, mas isso não é verdade.

As abelhas são seres extremamente importantes para a vida na terra. Elas são um dos principais agentes de polinização, atuando diretamente na reprodução das mais diversas plantas.

Abelhas são muito trabalhadoras, visitam cerca de 10 flores por minuto. Todas trabalham de forma a arcar com as suas responsabilidades na sociedade e produzir o que precisam para manter o seu ciclo de vida e colaborar com a vida de outras espécies.

Para produzir 1 quilo de mel as abelhas precisam visitar cerca de 5 milhões de flores! Se apropriar do esforço deste trabalho é no mínimo injusto.

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O uso de produtos feitos por abelhas é praticamente como um daqueles filmes em que os personagens da cidade trabalham absurdos e vem o vilão vem e saqueia tudo o que eles tem, deixando miseras sobras e ainda mata todos aqueles que se meterem no caminho.

Através da apicultura os seres humanos tomam para si produtos que não são seus e interferem na vida e no ambiente de animais inteligentes, sociáveis e organizados.

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Eu pesquisei para saber quais produtos além do mel eram roubados das abelhas e me apavorei com a quantidade que encontrei! Em uma pequena busca encontrei DEZ produtos provenientes de abelhas!

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Apilarnil:

É um extrato do conteúdo de celas com larvas de zangões de 7 dias de idade, contendo as larvas os nutrientes para elas e traços própolis. É utilizado em remédios e cosméticos.

Apitoxina:

É o veneno da abelha. É utilizado em tratamentos médicos.

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Cera:

A cera é produzida pelas abelhas através do mel que elas ingerem. É utilizada em cosméticos, artigos para depilação e medicamentos.

Geléia Real:

É o alimento da abelha rainha que é produzido pelas abelhas jovens. É utilizada em alimentos, medicamentos e cosméticos.

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Mel:

O mel é produzido pelas abelhas através do néctar das plantas para seu próprio alimento e para suas reservas para o inverno. É utilizado em alimentos e produtos cosméticos.

Mel de Melato:

O mel de melato é produzido pelas abelhas através de excreções de insetos e plantas em épocas de escassez de néctar. É utilizado principalmente de forma medicinal.

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Opérculos:

São lacres criados pelas abelhas para os favos de mel. É utilizado em tratamentos medicinais e bebidas destiladas.

Pão de Abelhas:

É o alimento das larvas de abelha, uma mistura de mel, polém e secreções glandulares.

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Pólen:

O pólen é produzido por plantas e coletado por abelhas para  a produção de mel e alimentação de abelhas jóvens. O pólen coletado pelas abelhas é usado na alimentação humana.

Própolis:

É produzido pelas abelhas para fechar e protejer a colméia de dias frios e chuvosos. É usado de forma medicinal.

 

É interessante saber sobre as substâncias e ficar de olho, pois elas podem estar em alimentos industrializados, medicamentos e cosméticos. Vamos evitar ao máximo qualquer uso de produto provindo de exploração! 🙂

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O Veganismo e as Amizades

Você assiste vídeos no youtube da Bonny Rebecca, por exemplo, e ela está lá, rodeada de amigos veganos. Todos lindos, felizes e compartilhando várias refeições coloridas e sem nenhum ingrediente de origem animal. Você vê as notificações no seu WhatsApp e seus amigos estão marcando mais um churrasco, olha no Facebook aquele amigo que você adora está compartilhando que está no McDonalds, volta pro mundo real e seus amigos a sua volta estão falando sobre “qual é o melhor corte de carne”. É, a verdade é que a maioria de nós tem poucos, ou nenhum, amigo vegano. Como lidar?

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Para a maioria das pessoas, a relação com os amigos muda bastante quando se torna vegano. Você acabou de conhecer um mundo novo, começou a enxergar as coisas de forma bem diferente do que todos eles. É natural que as coisas mudem um pouco.

Preparei uma lista com vários tipos de amigos, como eles são e qual a melhor forma de manter a amizade (ou não), se acho que a pessoa pode se tornar vegana também e qual a melhor forma de abordar o tema.

Fiz a lista com base nas minhas experiências nestes quase 2 anos de veganismo, mas com certeza não é regra, viu?

Vai ser um textão, mas acho que muitos vão identificar seus amigos por aqui. 🙂

O “acho que é o certo, mas não quero ouvir”: esse normalmente é uma pessoa bem próxima a você, que admira a sua atitude, tem pena dos animais, mas se você começa a falar sobre o assunto ou pede para você parar ou ele vai para um outro mundinho na cabeça dele, pois ele sabe que se ele escutar de fato a consciência dele vai obrigá-lo a tomar alguma atitude. O que fazer? Ele provavelmente será uma das melhores pessoas a se ter por perto, pois te respeita, te entende, só não está pronto para mudar. Será duro ver uma pessoa boa, que você gosta, cometendo atos contra seus próprios princípios só por ter medo de mudar. Entretanto através do seu exemplo, provavelmente ele vai reduzir o consumo de carne, quando for fazer alguma janta vai pensar em fazer um prato vegano para que seja uma boa experiência para vocês dois. Não force a barra. Dê o exemplo. Se perguntado sobre alguma questão vegana responda com propriedade e passe conhecimento em doses homeopáticas “Eu não bebo este suco, pois tem corante Carmim, obtido através de insetos esmagados.”, “Leite de vaca não é natural de ser consumido, ele é para bezerros, assim como o leite da mulher é para o bebê.”

O “sou quase vegetariano”: este orgulha-se em dizer que é “quase vegetariano”, só come peixe e frango, carne vermelha só quando vai a churrascos. Normalmente esta pessoa se acha o diferentão, afinal todos os outros comem carne, só ele é o “quase vegetariano”. O que fazer? Esta pessoa provavelmente não vai mudar. E o pior, não vai querer escutar nada sobre o veganismo querendo sempre mudar o assunto para ele que já faz muito sendo “quase vegetariano”.

O “sou vegetariano mas como o molho da carne”: esse amigo não come carne, mas coloca bacon no feijão “pra dar um gostinho”, só tira a carne e come o molho. O que fazer? Este amigo infelizmente vai prestar um desserviço para você, pois se os seus amigos já estão acostumados com ele vão achar que com você também é assim. Farão um risoto, não colocarão margarina, nem creme de leite, mas usarão caldo de frango, pois afinal, tiraram o frango. Essa pessoa é parecida com a anterior, porém talvez mude através do seu exemplo.

O “veganismo é radical”: esse amigo provavelmente acha que você ficou louco e chato. Acha um absurdo deixar de consumir produtos de origem animal e boicotar marcas que testam em animais. O que fazer? Se você começar a falar algo sobre veganismo ele vai estar pensando ou falando que você está alienado. Então nem adianta gastar energias, siga firme e forte no seu princípio e evite discussões. Se esta pessoa mudar provavelmente será por algo não relacionado à sua interferência.

O “queria te ver mas agora você é vegano”: esse é aquele amigo que você via poucas vezes no ano, mas que quando via era para ir em uma pizzaria ou fazer uma janta na casa de alguém. Então, por mais que ele queira te ver ele vai acabar deixando sempre para depois pois agora não é mais “fácil” como antes. Ele não sabe o que cozinhar para te convidar, todos os lugares que vocês iam não tinham opções veganas. O que fazer? A atitude vai ter que partir de você. Convide inicialmente para ir em lugares que tenham opções para ambos. Proponha de ir em lugares veganos para eles conhecerem. Convide para uma janta na sua casa.

O piadista: “Bacon”, “Não cheguei o topo da cadeia alimentar pra comer alface”, “Meus ancestrais não inventaram arco e flecha pra caçar mato”, “Plantas sentem dor também”. Reconheceu né? Esse amigo acho que todo mundo tem! Normalmente essa pessoa é “o piadista” não é aberto a conversas mais profundas e vai estar sempre jogando este tipo de piadinha quando estiver por perto. O que fazer? Responda no mesmo nível “e eu não cheguei ao topo da cadeia alimentar para comer cadáver”, “teus ancestrais também não inventaram arco e flecha pra ti ficar aí sentado comendo McDonalds”. Pra esta pessoa não vai adiantar nada você explicar com todos os dados científicos que não estamos no topo da cadeia alimentar ou que a ingestão de carne foi importante em situações que os humanos não tinham acesso a outros alimentos, mas que agora não faz sentido. Não gaste suas energias. Jogue o mesmo jogo.

Os amigos veganos que você não tem mais contato: um amigo do ensino fundamental, um colega do primeiro trabalho…pessoas que atualmente você não tem contato mas que através do Facebook você descobre que são ou que se tornaram veganos. O que fazer? Vocês já tiveram bastante contato um dia e agora tem uma nova grande causa em comum. Que tal voltar a se ver? 🙂

O inteligente que gosta de debater: esta pessoa conhece algo sobre veganismo e muito sobre diversas outras coisas e vai eventualmente te fazer alguma pergunta complexa ou ainda dissertar sobre algo que ele sabe. O que fazer? Responda. Busque conhecimento e esteja apto a responder “perguntas difíceis”. Caso você não saiba responder, pode falar algo como. “Não sabia/não sei, vou procurar saber sobre o assunto, mas isto definitivamente não mudará minha atitude, pois sou vegano pelos animais.”.

O carnista: é o primeiro a propor churrasco, pra ele não precisa de nada além de muita carne e cerveja. Pra ele tudo precisa de carne, muita carne. O que fazer? Este tipo de amigo normalmente tem a carne relacionada a masculinidade. Não comer carne “é coisa de viado”. Se você é mulher sofrerá menos, mas se for homem este cara provavelmente vai te incomodar mais. É o tipo de pessoa que não tem muito o que fazer. O melhor é ignorar e se for muito incomodo, dê tchau para esta amizade.

Os novos amigos veganos: pessoas veganas que você vai conhecer em eventos e podem se tornar grandes amigos. O que fazer? Frequente eventos veganos na sua cidade e redondezas. Já tem grupo no Facebook das pessoas veganas da sua cidade? Se não, já crie e divulgue em grupos nacionais. Com certeza você descobrirá veganos por perto. Quem sabe você não conhece novas pessoas bem interessantes que vão amar e não fazer cara feia quando você convidar para jantar lasanha de berinjela. 🙂

Os desrespeitosos: são aqueles que não respeitam a sua decisão, ou melhor, não te respeitam, colocam carne na sua comida escondido, mentem e fazem piadas nas suas costas. O que fazer? Se a amizade for importante para você tente ter uma conversa séria. Caso contrário, largue de mão e se afaste desta pessoa. Você não precisa de pessoas a sua volta que não te respeitam.

O que só não é vegan porque não fez a conexão ainda: esse amigo sabe exatamente tudo o que você sabe sobre os benefícios do veganismo. A alimentação dele é bem próxima ao vegetarianismo estrito e faz várias escolhas cruelty free nas suas compras. Entretanto, se não não tiver outra opção de lanche ele come pastel de queijo, se o desodorante mais barato for Dove é o que ele compra…Ele não fez “a conexão” ainda, ele sabe de todos os fatos, mas ainda faz escolhas através do comodismo.  O que fazer? Será uma boa pessoa para se ter a volta, porém vai irritar um pouco quando vocês estiverem juntos e não tiver opção vegana naquela lanchonete e ela preferir comer o pastel de queijo ao invés de caminhar mais umas 5 quadras com você para encontrar outra coisa. Ela provavelmente só vai mudar quando o mundo mudar e o que você pode fazer é ajudar a mudar o mundo dela. Mostrando as opções veganas fáceis e facilitando o acesso dela a elas.

O preocupado com a saúde: esse amigo é extremamente preocupado com a sua saúde. Vai achar que você vai ficar com anemia e a cada nova notícia sensacionalista que ele ver na televisão ele vai correr para te falar. O que fazer? Mostrar conhecimento sobre os nutrientes e mostrar que vai tudo muito bem com você. Esta pessoa só se tornará vegano quando ver muitas notícias falando sobre seus benefícios na televisão. Ela está acostumada com a mídia falando o quanto todos os produtos animais são necessários para a saúde e é nisso que ela acredita. Ela sabe de onde vem o que come, mas acha que não tem escolha, é isto ou morrer.

O religioso: amigos que frequentam muitas missas ou cultos de alguma igreja onde os padres ou pastores apoiam e tratam com naturalidade frequente o consumo de carne. Acreditam que os animais foram colocados na terra para comermos. O que fazer? Se você for da mesma religião, você pode argumentar com a biblia, história ou qualquer livro santo que sigam. Caso contrário, argumente apenas que acredita na bondade e compaixão e não existe nada disso em um animal sendo carneado em um abatedouro.

O vaidade em primeiro lugar: é aquele que usa todas as maquiagens e cosméticos de marcas que testam em animais, compra artigos de couro. Pode até ser vegetariano, mas nunca se tornará vegano porque “precisa muito” de tal bolsa, de tal maquiagem. O que fazer? Este amigo provavelmente não vai querer escutar nada sobre como aquele coelhinho que ele acha lindo sofre e é assassinado para que ele possa ter um novo batom. Se você falar algo, ainda sim não o fará mudar de ideia e o achará um chato. Novamente, atue com o exemplo, mostre que existem maquiagens ótimas cruelty free, assim como artigos de couro sintético.

O “e as proteínas”: este normalmente come frango com batata doce no café da manhã e carne no café da tarde. Quando soube que você se tornou vegano a primeira coisa foi o famoso “e as proteínas?”. Esta pessoa não acredita que alguém pode ter um corpo musculoso e se sair muito bem em exercícios se não comer carne. O que fazer? Mostre que você não vai morrer por conta de proteínas não. Ele provavelmente não vai mudar a sua alimentação enquanto a mídia continuar batendo na mesma tecla de suplementos com base em ovo e leite.

Eaí, reconheceram seus amigos em alguns destes casos? Conta aqui nos comentários! 🙂

Campanha Não finja que não viu

Já fazem uns anos que a ULA (União Libertária Animal) lançou uma campanha inspirada na notificação de visualização do WhatsApp. A ideia foi aproveitar a polêmica que esta atualização do aplicativo causou na época para chamar a atenção para importantes causas animais.

Mesmo já passado um bom tempo do lançamento, a campanha continua atual portanto achei bacana compartilhar aqui para quem ainda não viu.

Vários são os temas abordados na campanha. Nas imagens são explorados assuntos como castração, adoção, maus tratos, exploração e abate.

Segue algumas imagens da campanha, outras você pode conferir aqui.

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