TAG | 50 Fatos Sobre Mim

Resolvi responder a TAG 50 fatos sobre mim para vocês conseguirem me conhecer um pouquinho melhor. Fiz uma listinha bem aleatória, mas acho que já vai dar para contar um pouquinho mais para vocês sobre mim. 🙂

1 – Tenho 1,58 de altura.
2 – Eu não sei dançar nenhum tipo de dança que envolva outra pessoa. Valsa, sertanejo, pagode, forró, salsa…esquece! Dançar juntinho não é comigo!
3 – Nasci no dia 17/09/1990, sou virginiana e acho que meu signo tem tudo a ver com quem eu sou!
4 – Eu nunca quebrei nenhuma parte do corpo e quando eu era criança eu ficava com inveja dos meus amigos porque eu também queria ter um gesso para desenharem nele! haha
5 – Eu adoro usar batons de todas as cores. Uso batom vermelho para ir em qualquer lugar.
6 – Eu sempre durmo coberta ou parcialmente coberta. No inverno gosto de me cobrir com cobertor e no verão gosto de me cobrir com edredom. Detesto me cobrir com lençol!
7 – Eu era muito fã de Rebelde e eu me vestia de Mía Colucci.
8 – Eu tenho um ursinho que ganhei da minha avó quando eu tinha 3 meses e eu durmo abraçada nele até hoje. O nome dele é Xuquinha.
9 – Eu não sei ver horas em relógio de ponteiros. Na real até sei, mas com certeza vou levar uns bons minutos até conseguir processar a informação! haha
10 – Eu e meu noivo estamos juntos há quase 10 anos.
11 – Eu e meu noivo nos conhecemos na faculdade.
12 – Eu nunca fui em um parque aquático.
13 – Eu tenho carteira de motorista, mas não dirijo.
14 – Meu primeiro trabalho foi um estágio na QI como monitora de Lógica de Programação. Eu dava aula de reforço para alunos do curso Técnico em Informática que tinham dificuldade nesta disciplina.
15 – Eu sou Analista de Teste de Software.
16 – Meu senso de direção é péssimo. Eu não consigo lembrar o caminho para nada!
17 – Quando eu era criança o meu sonho era ser modelo.
18 – Eu sou gremista.
19 – Eu gosto mais de sorvete do que picolé.
20 – Eu moro com meus pais, minha irmã e meus avós paternos.
21 – Eu sempre durmo de meias.
22 – Eu não gosto muito de pintar as unhas, porque eu SEMPRE estrago elas com uma velocidade recorde…
23 – Eu não tenho paciência para ir a salão de beleza, eu faço praticamente tudo em casa.
24 – Eu nunca desmaiei.
25 – Eu já removi sinais da mão e dos pés.
26 – Eu tenho uma irmã mais nova, ela se chama Stefani e tem 17 anos.
27 – Eu choro com muita facilidade em eventos. Formaturas, casamentos…as vezes não tem motivo nenhum, é como se eu absorvesse as energias das pessoas que estão no lugar e eu começo a chorar.
28 – Os únicos países que eu já visitei foram a Argentina e o Paraguay e foram só cidades da fronteira.
29 – Eu já viajei pelo Brasil de carro, dormindo cada dia em um quarto de hotel diferente. Fomos até Jijoca de Jericoacoara-CE.
30 – Durante a minha infância e adolescência eu não tomava café da manhã.
31 – Eu gabaritei quase todas as provas de matemática no meu último ano de escola.
32 – Minha mãe se chama Stela e meu pai se chama João.
33 – Eu morro de medo de tsunamis e meteoros.
34 – Eu não consigo dormir ouvindo o barulho do mar.
35 – Minha mãe é professora de geografia, instrutora de Yoga e palestrante. Meu pai trabalha em uma empresa de complexo automotivo. Eles se conhecem desde criança.
36 – Eu não gosto de dar nada meu ou emprestar, eu prefiro comprar outro daquele item e dar. Para doar minhas coisas eu deixo o que quero doar com a minha mãe e peço para que ela doe. (não sei porque eu sou assim, estou tentando melhorar isso 🙁 )
37 – Eu era viciada em refrigerante. Parei de beber fazem mais de 2 anos, mas ainda sim sinto vontade as vezes.
38 – Eu amava estudar química orgânica.
39 – Eu detesto convites em cima da hora. Gosto de saber todos os dados sobre qualquer evento pelo menos uma semana de antecedência.
40 – Meu cabelo atualmente tem 64cm.
41 – Eu tenho uma coleção de brindes (canetas, bloquinhos etc).
42 – Quando eu era bem pequena eu desenhava pequenos desenhos em uma folha de ofício, recortava e vendia eles para meus pais e avós. Lembro que eu escolhia o que desenhar por ordem alfabética (abelha, bola, cavalo…). Entenderam o porque acredito tanto em signo? Eu fazia isso com uns 4 anos! haha
43 – Eu já tomei alguns porres…
44 – Sou mãe de três gatinhos.
45 – Eu sou uma pessoa muito ansiosa e eu não consigo focar em outra coisa quando eu tenho alguma pendência para resolver. Me tira o sono literalmente!
46 – Eu entrei com 5 anos na primeira série, pois eu já sabia fazer as quatro operações matemáticas básicas, ler e escrever.
47 – Eu sempre me saí bem em entrevistas de emprego e fui chamada para trabalhar em praticamente todas as que fiz.
48 – Desde criança, eu sempre detestei outras pessoas mexendo no meu cabelo. Meu cabelo é muito fino e enreda com facilidade. Só eu consigo pentear ele sem doer.
49 – Eu nunca andei em uma montanha-russa.
50 – Eu detesto que me deem algum prazo e não cumpram.

Diário | 10 de Julho de 2017

Faz tempo que eu quero gravar um vlog para mostrar um pouco da minha rotina para vocês, mas eu nunca o faço. Sempre acontece algo que eu penso “hoje não dá”. Eu adoro assistir vlogs das blogueiras que eu acompanho e queria poder proporcionar isso por aqui também. Como eu vi que o vídeo não ia rolar tão cedo, resolvi escrever um diário descrevendo como foi meu dia! 🙂

Segue meu diário do dia 10 de julho de 2017, segunda-feira:

Acordei as 5:20 da manhã, lavei o rosto, escovei os dentes, troquei de roupa, deixei a maquiagem para fazer no carro e sai com a minha mãe.

Chegamos no Shopping Praia de Belas em Porto Alegre antes das 7h e tivemos que esperar chegar as 7h para conseguir entrar de fato. Eu tinha um agendamento para as 7:25 para levar a documentação para fazer meu passaporte. Fui atendida antes disso e o atendimento não levou nem 5 minutos. Foi bem rápido mesmo. Não estou com viagem nenhuma planejada, mas faz tempo que eu tinha colocado como meta fazer o passaporte e finalmente tomei vergonha na cara para encaminhar isto. 😉

Na saída nos perdemos e demos umas boas voltas para conseguir achar a saída do estacionamento! haha

Na volta passamos no mercadinho de perto de casa para comprar pão. Eu tinha passado o fim de semana louca para comer doce e logo ao chegar lá dei de cara com um freezer da Trivialy. Fui super esperançosa, mas infelizmente não tinham as versões veganas. 🙁 Acabei comprando chás e temperos que estavam faltando. Quando encontrei com a minha mãe vi que ela tinha pego 10 pães quentinhos, aproveitei e peguei mais 5, porque sei o quanto pão vai rápido aqui em casa.

No mercado eu me ofereci para pagar todas as compras. Porém, não tinha visto que minha mãe tinha pego margarina, queijo e café da Nestle. Só fui ver isto em casa. 🙁 Fiquei chateada e já informei minha mãe que por aqueles itens eu não ia pagar e que teríamos que nos acertar.

Chegando em casa eu tomei b12, preparei um chocolate quente, passei pasta de soja com tomate seco no pão quentinho e levei os gatinhos para passear por uns minutinhos e pegar um sol. O pão estava uma delicia e não resisti comer um só, tive que pedir para minha mãe preparar um outro para mim!

Depois comecei a trabalhar e trabalhei direto até o horário do almoço.

No horário do almoço eu espremi um limão para tomar com água com gás, fritei um hambúrguer colocando fatia de queijo cheddar da Superbom por cima e aqueci o resto da comida que já tinha pronta para comer.

Enquanto comia naveguei um pouco pelas redes sociais e vi uma resenha bem positiva sobre o prato vegano da Petiskeira. Almocei bem rápido para dar tempo de tirar um cochilo de uns 10 minutinhos, pois eu estava com muito sono.

No inicio da tarde voltei a trabalhar e trabalhei até o fim de tarde.

Depois eu finalizei um pedido que eu fiz na Loja Vegetariana e trabalhei um pouco no blog, reunindo conteúdos para posts e separando imagens.

Para o café da tarde eu fiz uma batida de banana e um pão com pasta de soja com tomate seco e comi deitada na rede no pátio de casa, enquanto levava os gatinhos para passear e assistia a série Gypsy da Netflix. Assisti o primeiro episódio e não me empolguei com a série, tentei também assistir o filme Planetarium e desisti pois não estava gostando.

Durante a noite eu fiz uma receita para postar aqui no blog e fiz a janta. Para a janta além de comer a receita que eu tinha preparado, eu também grelhei um burger de soja e fiz uma massa ao alho e óleo. Enquanto jantava naveguei mais um pouco nas redes sociais, onde vi que falaram sobre veganismo no Programa da Fátima e que a Kéfera postou sobre a campanha Segunda Sem Carne.

Depois foi a hora de brincar um pouco com os gatinhos. Passei um bom tempo puxando o tapete de um lado para o outro enquanto eles se jogavam de unhas e dentes atacando o tapete! 😀

Por fim fiz a minha rotina noturna atual, que tem sido tomar um chá de camomila ou maracujá, escovar os dentes, lavar o rosto, tomar b12, passar hidratante no rosto, serum, lip balm e hidratante para as mãos.

Coloquei um seriado qualquer só para ter um barulhinho de fundo, mas nem assisti nada, peguei no sono em poucos minutos. 🙂

Espero que tenham gostado de saber um pouquinho sobre o meu dia. 🙂

Vídeo | Uma Vida Interligada

Neste sábado venho compartilhar com vocês um vídeo que fala sobre o quão importante é os nossos pensamentos estarem condizentes com as nossas ações. Mostra de forma leve, que todas as vidas estão interligadas e que através do veganismo é possível cuidar da própria saúde, do bem estar animal e também dos planetas.

Para quem não gosta de cenas fortes, mas quer entender um pouco mais sobre como o veganismo pode ser a solução para diversos males, este é o vídeo! 🙂

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Criança Vegana | Gabriela Frost

Hoje venho mostrar por aqui, mais uma criancinha linda vegana para inspirar os veganos que desejam ser pais e mostrar que é possível criar filhos veganos sim!

O post de hoje é sobre a Gabriela Frost filha da youtuber Monami Frost. 🙂

A Gabriela tem 7 aninhos e é vegana desde os 4. Em um vídeo a Monami conta que quando se tornou vegan explicou o estilo de vida para a pequena e as motivações e ela prontamente entendeu. <3

Vegan Kid Gabriela FrostGabriela come alimentos saudáveis no seu dia a dia e ama! Adoro ver os vídeos em que a Monami relata tudo que a pequena comeu no dia. É muito legal ver crianças comendo de forma saudável e com gosto! Como toda criança (e adulto também né?), ela também come besteiras vez ou outra também. 🙂

Alguns vídeos com a rotina alimentar da Gabriela:

 

 

 

Quem quiser conhecer um pouco mais dela, pode acessar o seu canal no youtube clicando aqui. 🙂

Artigo | CONSUMO, ÉTICA E NATUREZA: O VEGANISMO E AS INTERFACES DE UMA POLÍTICA DE VIDA

Vez o outra gosto de ler textos mais embasado e artigos sobre o veganismo. Acho interessante descobrir novas fontes de informação e aprender sobre os mais diversos aspectos que envolvem esta filosofia de vida. 🙂

Conforme for realizando minhas leituras vou ir compartilhando com vocês para quem também quiser estudar um pouco mais sobre o assunto e também para ajudar aqueles que buscam embasamento para seus próprios trabalhos acadêmicos. 🙂

O último artigo que li foi o “CONSUMO, ÉTICA E NATUREZA: O VEGANISMO E AS INTERFACES DE UMA POLÍTICA DE VIDA” escrito por Aline Trigueiro, Doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

No artigo, Aline aborda o histórico do interesse dos humanos no bem estar animal, com vários trechos interessantes de diversos autores sobre o assunto. O artigo também fala sobre o surgimento do veganismo e sobre a sociedade vegana atual, explanando sobre os pensamentos, ações e abordagens.

É uma leitura bem interessante! Quem tiver interesse em aprender um pouquinho mais pode encontrar o artigo disponível aqui.

Plantas também tem sentimentos…

Acho que todo vegetariano já escutou de alguém esta frase “Plantas também tem sentimentos!”, junto com o argumento “extremamente inteligente” que resume-se a “Bacon”, esta é uma frase que está em quase todos os comentários de matérias vegetarianas.

Eventualmente sai alguma matéria sobre a sensibilidade das plantas e os carnistas fanáticos amam compartilha-la e marcar os amigos vegetarianos.

Plantas com Sentimentos

Será que plantas tem sentimentos mesmo? Sinceramente, não sei. Sou uma pessoa que não duvido de absolutamente nada. Acredito que podem ou não existirem seres extraterrestres, vida após a morte, divindades, poderes paranormais… Acho que ter visto muito filme de brinquedos que tinham vida na infância influenciou em eu acreditar que tudo é possível, até hoje eu converso com um bichinho de pelúcia! hahaha

Se tratando das plantas, acredito que elas sentem e reagem às forças da natureza, a luz do sol, ao ar, água. São organismos vivos e devem ser respeitados também. Fico triste ao ver plantas serem mortas simplesmente por que não estavam esteticamente adequadas naquele lugar, não arranco flores simplesmente para te-las comigo e amo ver mudinhas crescerem e florescerem.

Muitos pessoas que comem carne gostam de falar que “os animais foram colocados na terra para nós comermos eles”, pois bem, eu acredito que as plantas foram colocadas na terra para nós as comermos. Elas são organismos vivos que nascem e florescem por conta das forças da natureza, possuem todos os nutrientes que precisamos e ainda por cima não possuem um sistema nervoso central. Ou seja, não sentem dor e não sofrem como os animais. Ao machucar um tomateiro e um cachorrinho (ou até mesmo uma formiguinha), não é preciso muito para saber quem estará sofrendo por seu ferimento. Qualquer criança de 2 anos saberia apontar qual, então, você, que tem idade suficiente para usar o Facebook, não venha com argumentos querendo comparar a dor animal com a vegetal.

Porém, quem acredita veementemente que as plantas tem sentimentos e por isto devemos poupar elas, pense que pessoas que comem carne comem bois, porcos, galinhas…e todos estes animais comem muitas plantas durante todos os seus meses ou anos de vida. Ou seja, ao comer um animal, você está matando muitas plantas indiretamente. Muito mais do que se você comesse diretamente os vegetais. 😉

Portanto, “não virarei vegetariano, pois plantas tem sentimentos também” não é um argumento válido. 😉

Por que não comprar animais de estimação?

Quando eu era criança, meu sonho era ter uma casa em um terreno enorme e por toda a volta deste terreno ter canis com as mais diversas raças de cães. Eu trabalharia cuidando deles e vendendo os filhotes. Já na adolescência eu vi sonho era impraticável. Comprar uma casa em um terreno enorme não é barato, cuidar de tantos cães são é fácil e eu com certeza me apegaria aos filhotes.

Meu sonho na adolescência passou a ser ter uns 10 gatos, cada um de uma raça. Eu passava horas pesquisando e olhando sites de gatis que vendiam Maine Coons, pois este era meu principal sonho de consumo.

Foi só no final de 2010 que eu aprendi que cuidar de um animalzinho não é algo a ser feito por aparência. Foi só naquela virada de ano que eu de fato entendi que amor não se compra.

Naquele ano novo me apaixonei por dois barrigudinhos, remelentos. Sem nome, sobrenome, muito menos raça ou Pedigree. Abriguei, dei comida e carinho e desde então recebo muito amor e cumplicidade em troca.

Pra mim foi necessário passar por toda essa experiência de resgate pra conseguir criar consciência de que não devemos comprar animais. Entretanto, espero que este post ajude a quem ainda pensa em comprar um animal a repensar a sua vontade.

De minha parte eu vejo que a minha vontade de ter animais de raça partiu de dois pontos. Na minha infância, eu sempre ia visitar meus parentes e amigos dos meus pais e normalmente eles tinham algum cão de raça tratado com todas as mordomias e algum outro cão que ficava na rua sem muito paradeiro e era tratado como “ah, esse aí é um vira-lata que apareceu por aqui”. Eu como criança queria um cão tratado com mordomia e dentro de casa e não um que ficava perambulando e as vezes nem nome tinha. Não entendia eu, que o “vira-lata” podia e devia também ser tratado com mimos. Já na minha adolescência o exemplo vinha de cantores, atrizes e blogueiras. Todos com animais de raça. Eu queria usar o mesmo batom, a mesma marca de roupas e ter a mesma raça de animal. Você já percebeu como a maioria das blogueiras até faz um ou outra publicação incentivando adoções, mas o seu bichinho sempre é de raça?

Não me entendam mal, todos os animais merecem um lar, amor e carinho. Tendo eles raça definida ou não. Não há problema algum em adotar um animal de raça que está precisando de abrigo. O problema é comprar e incentivar o comércio de vidas.

Pra mim a principal motivação para não comprar animais é que a cada animal que sai de uma Pet Shop é mais um animal que não sai das ruas. A pessoa viu que tem condições financeiras para sustentar um bichinho, tem muito amor para dar e está em busca de um companheiro. Ou seja, ela tem todas as condições necessárias para resgatar um animal que está passando frio, fome, sede, e enfrentando perigos nas ruas. Se você pode e quer ser tutor de um bichinho porque não buscar um que quer e precisa muito de um lar?

Tem todo o tipo de cão e gato (e até outros animais) para serem adotados. Tem pequeno, médio grande, peludo, com pouco pelo, adulto, filhote… E com as mais diversas aparências e personalidades!

Te proponho o seguinte. Se estiver pensando em comprar um animal, visite algumas ONGs da sua cidade. Tenho certeza que você sairá de lá com o pensamento mudado e possivelmente já com o seu novo amigo no colo.

Outro grande motivo é o sistema de compra e venda de animais em si. Vidas sendo tratadas como mercadorias.

Você já pensou em todo o processo?  Primeiro, pra se ter filhotes é preciso o coito entre os animais. Que em alguns lugares até acontece de forma natural. Mas, é um processo lucrativo como qualquer outro. As fêmeas tem o seu pico de período fértil. Não se pode perder uma oportunidade de ninhada, pois não ter ninhada significa não ter dinheiro e se não tem dinheiro a empresa entra em falência. Sendo assim, vai ter procriação sim, custe o que custar.

Depois os filhotes vão parar em lojas de animais em cubículos onde ficam por horas como meros produtos em uma prateleira esperando que eles sejam bons o suficiente pra que alguém acredite que eles merecem receber um lar. Houve uma época que eu adorava ficar olhando os bichinhos. Hoje eu confesso que eu desvio o olhar, pois a cena me causa uma indignação absurda.

E o que se faz com produtos que não são vendidos? Exato, são descartados. Existem os mais diversos relatos, desde animais que são abandonados até animais que são sacrificados. Dos que conseguem se manter nos seus canis, não são muitos os que são bem tratados, a grande maioria ou se torna reprodutor e continua na cadeia de abusos ou é mantido com os suprimentos básicos por ali só aguardando a morte mesmo.

Novamente a empatia tem que entrar em cena. Você, mulher, gostaria de ser abusada, passar a sua vida engravidando em sequencia e tendo seus filhos tirados de você?

E por fim, existe o fato de que animais “de raça” não são naturais. O natural é que animais da mesma espécie se reproduzam e ocorra a adaptação pelo ambiente e a seleção natural. Onde de forma natural acontecerá de animais de mesma espécie que vivem em na mesma região acabem apresentando semelhanças com base nas características mais fortes que foram passadas ao longo dos anos.

Animais de rua tem uma expectativa de vida bem pequena por conta das diversas adversidades que passam nas ruas, mas animais sem raça definida em geral possuem uma saúde superior a animais de raça exatamente pelo fato de a sua genética trazer o que teve de mais forte até ali, sem filtros ou interferência do homem.

Animais de raça, em principal os com focinho achatado, possuem muitos problemas respiratórios, problemas na dentição entre outros.

Que tal adotar um animalzinho ao invés de comprar? Tenho certeza que você não irá se arrepender! 😉